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Os preços do petróleo seguiam a negociar em alta em ambos os mercados de referência, com as temperaturas frias que se estão a fazer sentir nos EUA, o maior consumidor mundial de energia. A influenciar está ainda a melhoria das economias globais que também relança a procura por esta matéria-prima.
O barril de crude avançava 0,15% para 81,63 dólares em Nova Iorque, um máximo de quase 14 meses. Esta é a nona subida consecutiva. Neste período, o petróleo acumula ganhos de 12,8%.
Dados positivos de várias economias mundiais têm suportado os ganhos do petróleo. Ontem soube-se que a produção industrial na China subiu, em Dezembro, para o nível mais alto desde 2004. Também a actividade industrial nos EUA no mês passado cresceu ao ritmo mais forte dos últimos três anos, reforçando a ideia de que a recuperação económica já está em curso.
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