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O Fundo Monetário Internacional (FMI) injectou 250 mil milhões de dólares cerca de 174 mil milhões de euros nos bancos. O objectivo desta medida é aumentar as reservas de divisas e aumentar a liquidez do sistema financeiro nos bancos centrais de todo o mundo. O FMI distribuirá ainda a 9 de Setembro outros 23 mil milhões de euros. Entre as partilhas, a América Latina e Caraíbas receberão mais de 14 mil milhões euros em Direitos Especiais de Saque (DES), a moeda virtual do FMI que serve de activo de reserva. O Brasil e o México vão receber mais de 2,7 mil milhões euros cada um e também serão contemplados países como a Venezuela e Argentina, a quem caberá respectivamente cerca de 2,4 mil milhões euros e 1,8 mil milhões euros. A ideia partiu da cimeira dos países do G-20 que, na sua cimeira presidencial de Londres em Abril passado, que chegou a acordo para reforçar o FMI no combate à crise económica. O fundo funciona assim neste caso como um banco central mundial, realizando uma impressão de Direitos Especiais de Saque, a maior emissão de moeda da sua história.
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